ABIMAEL E CIRENE
No início, na época do nascimento de Deborah, vemos que Shilloh era um santuário em plena atividade cujas profecias eram confiáveis por ser cuidado por sacerdotes zelosos. O rei Abimael e a rainha Cirene, pais de Deborah, o visitavam constantemente em busca de conselhos e direção.
SIMEÃO E ANA
Quando Deborah visita Salema, fica sabendo que os avós, Simeão e Ana, estão vivos e se tornaram os guardiões de Shilloh. Para fugir da fúria de Atalia, eles se esconderam no santuário que fora abandonado e passaram a cuidar dele. Simeão cuidava do jardim e Ana do altar.
A ENERGIA DO SANTUÁRIO
É dito que Shilloh é um lugar evitado por Atalia por possuir muita energia proveniente do tempo das luzes, ou seja, do tempo dos Primeiros Tronos. Isso quer dizer que Shilloh era um lugar antigo e poderoso, e que o fato de ter sido esquecido o abandonado não acabou com esse poder.
UM JARDIM FECHADO
Os cuidados de Simeão e Ana transformaram o antigo santuário em um jardim fechado aos olhos que não o buscavam. Era um jardim bem cuidado, agradável e que exalava o perfume de várias flores. No seu centro havia um pequeno altar onde queimava a chama sagrada, atestando a presença do Pai-Criador naquele lugar.
UM LUGAR PROTEGIDO
Shilloh, assim como Gades, tirava sua força do esquecimento. Quanto menos se lembrassem dele, mais forte ele ficava. Isso o tornou um lugar seguro e protegido, imune às forças do mal, que abrigou Deborah quando ela fugia da magia de Atalia. Nas palavras de Deborah: Vou para o Monte das Grutas, Hulda. Preciso de um lugar tranquilo e que seja tão seguro quanto o Santuário de Shilloh, ou Gades. Pretendo ajudar Jael no nível espiritual e, como ela se encontra em Babilos, eu vou precisar estar em um lugar protegido.
A CHAMA SAGRADA
A chama havia sido acesa no altar de Shilloh quando a Herdeira se revelou durante o Ritual de Lapidote. A partir daí não se apagou mais. O fato de estar acesa, confirmava a presença do Pai-Criador naquele lugar, o que dava uma sensação de paz e consolo constantes.
O CERCO DE SALEMA
Shilloh estava localizado nas montanhas próximas ao reino de Salema. O que o tornava seguro era o fato de estar esquecido pela rainha Atalia e o séquito que a servia. Durante o cerco, os sacerdotes criam uma proteção sobre as tropas, para que estas fiquem imunes aos poderes da rainha, mas Shilloh permanece na área desprotegida, seguro apenas por seu poder.
CAPTURA DA HERDEIRA
É em Shilloh, na área desprotegida, que Deborah será capturada pelas forças da rainha Atalia. Isso só será possível após a chama ser apagada e a proteção ser retirada do santuário, propiciando que a lembrança do antigo lugar retorne para aqueles que o haviam esquecido.
PORTÕES ABERTOS
No final, Shilloh volta a ser um jardim-santuário aberto para todos e visitado por viajantes que o buscam de todas as partes de Hedhen. A chama volta a arder no altar, atraindo mais e mais aqueles que querem sentir a presença do Pai-Criador. Simeão e Ana continuam sendo os guardiões de Shilloh.
DAVI E EVA
O último papel de Shilloh no Livro 1 é apresentar diante do altar as vidas dos dois jovens príncipes, herdeiros dos Luminares e de uma nova profecia. Davi, filho de Jael e Héber, e Eva, filha de Deborah e Barak.










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