ORIGEM
O RITUAL DE LAPIDOTE
Vinte e três anos depois, a Ordem sobrevive em um refúgio na região montanhosa de Salema, agora em um corpo reduzido de apenas cinco mulheres: Maalá, Noa, Tirza, Hogla e Milca. Todos os anos, elas repetem um antigo rito descrito na Profecia: o Ritual de Lapidote ou o Ritual da Chama. Este ritual consistia em acender uma tocha disposta em uma parte alta da rocha com um pesado arco de ferro. Aquela que conseguisse acender a tocha seria aclamada como a Herdeira.
O EXÉRCITO BRANCO
Depois que a Herdeira se revela, a Ordem passa a exercer a função de principal força militar ligada diretamente à Herdeira, iniciando uma convocação e um treinamento intensivos, onde não apenas mulheres, mas homens também seriam aceitos para formarem o Exército Branco. No decorrer da história outros nomes de destaque são incorporados à Ordem, como: Hadassa, Rute e Rebeca.
O RESGATE DE JAEL
No Livro 1, o maior destaque da Ordem foi organizar o resgate de Jael, presa em Babilos. O trabalho em conjunto, com o apoio dos queneus, mostrou as habilidades estrategistas que elas possuíam para invadir lugares fortemente armados e ainda exercer uma fuga furtiva e de sucesso.
NOA
Noa, que a princípio se torna a comandante da Ordem Branca, passa esse título para Maalá, a mais velha e experiente. Ela abdica para acompanhar Barak em sua missão na busca do Cetro de Luz. O cargo de comandante da Ordem lhe é restituído ao voltar.
A ARMADURA INVISÍVEL
Ao final, vemos a Ordem se agregando novamente ao Templo e se tornando um braço militar de sacerdotes e sacerdotisas treinados em uma nova técnica: A Armadura Invisível (que será tema de uma outra postagem).
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