As Ahli Waris eram quatro cristais que estavam ligados a cada um dos quatro elementos. Eram chamadas também de Pedras Sagradas e ajudavam a manter a ordem nos reinos, incluindo a mudança das estações. Dentro de cada pedra brilhava uma luz intensa. Essa luz vinha do próprio núcleo de Dúnia, onde a primeira essência dos elementos havia feito morada. Essa luz gerava energia e pulsava sempre que a pedra era ativada. Cada Ahli Wari era mantida em um templo apropriado de cada Reino Elemental. Kemurniam era o Templo da Água; Akar era o Templo da Terra; Angin era o Templo do Ar; Panas era o Templo do Fogo. A partir de seus pedestais, as pedras garantiam a ordem e proteção de cada reino. A ligação das Ahli Waris com a luz original do núcleo de Dúnia as colocava em oposição direta ao poder da escuridão. Enquanto elas brilhassem em seus lugares de repouso, o mal não poderia se erguer, pois não teria forças para lutar com a Ordem. O equilíbrio dos elementos era gerado pelas Ahli Waris. Dentro dela estava estabelecida a luz que representava a ordem. Apenas em um lugar essa luz não chegava. Era a região dos Ermos, onde os elementos seguiam descontrolados. Foi feito assim para mostrar aos homens o valor do equilíbrio. A história das Ahli Waris faz parte do mito fundador de Dúnia e está registrado em pedra, nas paredes da Caverna dos Elementos. Desde a sua concepção em Dewa até o seu traslado até seus respectivos santuários. Além das quatro pedras elementais, existia outra, a mais importante de todas. A Pedra da Luz. Essa pedra era tão importante que ela foi personificada em forma humana. A missão da Pedra da Luz era guardar as Ahli Waris, e a missão dos Guardiões era proteger a Pedra da Luz.

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